sexta-feira, 27 de novembro de 2009

A Pequena Vendedora de Fósforos



Vele a pena você parar um pouco e prestar bem atenção nesta estória. Ela não tem texto, e a sua atenção determinará como você entenderá.

Deus te abençoe.
Feliz Natal!!!

♥Helena♥

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

P.O.D.E - Pais Ocupados Demais


A trágica notícia do bebê esquecido dentro do automóvel, foi transmitida por vários telejornais de grande audiência nacional. Em um deles, o repórter anunciou, sem nenhuma transição, a noticia de um gorila que há sete anos em cativeiro nunca havia se reproduzido. A mamãe gorila pertence a um zoológico no Japão e estava com seu filhote amamentando. “O repórter enfatizou:” – Olha como ela não deixa o seu filhote um minuto sozinho! Ninguém pode se aproximar dele!

A ausência na relação é explicada pela inversão total de valores em nossa sociedade. Nesta ausência, começo pelo papel da maternidade. Hoje uma mulher abraça uma diversidade de papéis, que pode ser comparada a um polvo, com inúmeros braços e tentáculos, tentando agarrar e dar conta de tudo ao seu redor. Ela detem o papel de filha, mãe, esposa, profissional entre outros. O resultado é desastroso, pois não pode existir excelência no cumprimento de todas estas tarefas, com certeza o braço mais penalizado será a educação e a presença junto aos filhos.

Pais ocupados demais para estabelecerem um vínculo de significado e importância na vida dos seus filhos por isso se justificam o aumento crescente de órfãos de pais vivos.

Pais ocupados demais para protegerem seus filhos das armadilhas da mídia e das ofertas do mundo hodierno.

Pais ocupados demais para oferecerem lições de vida, as quais não ensinam nos bancos escolares.

Pais ocupados demais para oferecerem amor, porque o individualismo e o egocentrismo não o capacitam para doação e a renúncia.

Pais ocupados demais não esquecem seus filhos apenas dentro dos seus automóveis, esquecem seus filhos das suas próprias vidas, pois lá, eles já não cabem mais.

AH! E a mamãe gorila? Não sai de pertinho do seu filhote um instante. Ela está ocupada demais com ele.

Reflita isso!

(Fonte: http://poemiamary.blogspot.com/2009/11/pode.html)

♥Helena♥

Espalhar alegria!


Sempre que estou decepcionado com meu lugar na vida, eu paro e penso no pequeno Jamie Scott.

Jamie estava disputando um papel na peça da escola. Sua mãe me disse que tinha procurado preparar seu coração, mas ela temia que ele não fosse escolhido.

No dia em que os papéis foram escolhidos, eu fui com ela para buscá-lo na escola. Jamie correu para a mãe, com os olhos brilhando de orgulho e emoção:

- Adivinha o que, mãe!

E disse aquelas palavras que continuariam a ser uma lição para mim:

- Eu fui escolhido para bater palmas e espalhar a alegria!
(transcrito)

♥Helena♥

O Amor...


"Humilhai-vos, pois, debaixo da potente mão de Deus, para que, a seu tempo, vos exalte;" I Pe 5:6

Meu dia começou a azedar quando vi meu menino de seis anos com um galho cheio de minhas azáleas.
- Posso levar estas flores para a escola? Ele pediu.
Com um aceno de mão, eu o mandei para fora. Me virei para que ele não percebesse as lágrimas em meus olhos. Eu adoro aquela azálea. Eu toquei no galho quebrado como que a dizer-lhe silenciosamente: - Sinto muito.

Para complicar um pouco mais o meu dia, a máquina de lavar quebrou e quando Jonathan perguntou o que eu faria para o almoço, percebi que estava com a geladeira vazia e não tinha muitas opções.
Dias como este me fazem querer parar e desistir de tudo. Eu apenas queria fugir até as montanhas, me esconder em uma caverna e nunca mais colocar a cara pra fora.

De algum modo eu consegui arrastar a roupa molhada até o tanque. Eu passei a maior parte do dia lavando roupa e pensando em como o amor tinha desaparecido de minha vida.
Quando eu terminei de pendurar a última das camisas de meu marido, olhei o relógio: duas e meia. Eu estava atrasada. A aula de Jonathan terminava às 2:15. Fui correndo para a escola.

Ofegante, bati na porta da sala e olhei através do vidro. A professora fez sinal para que eu esperasse. Ela disse algo a Jonathan e entregou para ele e para outras duas crianças, lápis de cera e uma folha de papel.
O que virá agora? Eu pensei quando, através da porta, ela pediu que eu entrasse na sala.
- Quero lhe falar sobre o Jonathan. Ela disse.
Me preparei para o pior. Nada mais me surpreenderia naquele dia.

- Você sabe das flores trazidas por Jonathan à escola hoje? Ela perguntou.
Eu respondi que sim, lembrando de meu arbusto favorito e tentando esconder a mágoa em meus olhos. Eu olhei de relance para meu filho que estava ocupado colorindo um desenho. Seu cabelo ondulado estava muito comprido e caía em sua testa. Seus olhos castanhos brilhavam enquanto admirava sua obra.

- Deixe-me contar sobre o que aconteceu ontem. – A professora continuou – Está vendo aquela menina?
Eu olhei para a menina que ria divertida, apontando um desenho na parede e assenti.
- Bem, ontem estava quase histérica. Seus pais estão atravessando um momento muito difícil, estão se divorciando. Ela disse que não queria mais viver. E disse bem alto, com o rosto escondido entre as mãozinhas, para toda a sala ouvir: "ninguém me ama". Eu fiz tudo o que pude para consolar, mas parecia que nada mais importava.

- Eu achei que você queria me falar sobre Jonathan. Eu interrompi.
- Eu vou. – Ela disse – Hoje seu filho entrou e foi direto até ela. Ele a entregou algumas bonitas flores e sussurrou "eu te amo".

Senti meu coração inchar-se de orgulho com o que meu filho tinha feito. Eu sorri para a professora.

- Obrigada. – eu disse, puxando Jonathan pela mão – Você salvou o meu dia.
Mais tarde, eu arrancava ervas daninhas em torno de meu desequilibrado arbusto de azaléa. Pensando no amor que Jonathan demonstrou pela menina, um verso bíblico me veio à memória: "… estes três permanecem: a Fé, a Esperança e o Amor. Mas o maior de todos é o amor."

Enquanto meu filho tinha colocado o amor na prática, eu tinha apenas sentido raiva.

Eu ouvi o barulho familiar do carro de meu marido entrando na garagem.
Eu arranquei um pequeno galho de azáleas e corri até ele.
Eu senti a semente do amor que Deus plantou em minha família recomeçar a florescer em mim. Meu marido arregalou os olhos de surpresa quando eu lhe entreguei as flores e disse "Eu te amo." (Transcrito)

"Ouve, Senhor, a minha oração, e inclina os teus ouvidos ao meu clamor; não te cales perante as minhas lágrimas, porque sou para contigo como um estranho, e peregrino como todos os meus pais." Sl 39:12
♥Helena♥

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Feliz Aniversário Filha!



Kaleninha:
" ... a razão de tão grande Amor foi mostrar que a tua vida tem valor... és tão preciosa para Deus...(e para nós também)!"
Jamais duvide disso, filha!

Deus te abençoe e te conceda muitos e muitos aniversários felizes, para sua e nossa alegria!
Te amo sem fim.
Beijos, abraços e carinhos.

♥Mamãe♥

Feliz Aniversário Filha - 11/11/2009


Hoje é aniversário da minha filha primogênita!!!

Quero deixar registrado aqui a minha alegria e privilégio em ter sido escolhida pelo Senhor Deus e Pai Celeste, para trazer Kalena ao mundo! Obrigada Pai de Amor!

Não consigo esquecer os meses que antecederam o seu nascimento filha, pois é impossível esquecer um momento tão especial e marcante na vida de uma mulher, o momento milagroso em que ela se torna mãe!

É bem verdade que eu já me tornei mãe no momento em que você foi concebida no meu ventre, e os dias que se sucederam foram os mais lindos da minha vida, apesar dos enjôos (rsrs), benditos enjôos que me avisavam que uma vida abençoada estava a caminho!!!

Tudo foi maravilhoso e você foi alegremente aguardada... Conversávamos sempre, mesmo você estando ainda em formação; eu sempre soube que uma criança no ventre, mesmo com pouco tempo de concebida, sentiria e reconheceria as vozes e eu queria muito que você reconhecesse desde logo a minha voz, a voz da sua mamãe (rsrs)...

E quando você ficou pronta para sair do seu espaço tão seguro e quentinho para conhecer um outro mundo, um mundo bem real e nem sempre tão aconchegante; mas que, com certeza, ficou muitíssimo mais maravilhoso com o seu primeiro chorinho, ai comecei a imaginar como você seria... Mas ainda assim, tudo que eu pedia ao Senhor era que você fosse saudável e que fosse muito feliz! Você nasceu grande, linda e abençoada! Glorificarei ao Senhor por todo o tempo de minha vida por ter cuidado e continuar cuidando de você desde sempre; desde os planos d'Ele para você vir a este mundo, fazer a diferença como bebezinho, como criança, como adolescente e agora como uma linda jovem, que continua trilhando o Caminho da Verdade Única - JESUS!

Em você continuar no Caminho da Verdade que ensinamos pra você, já é a maior alegria que eu poderia ter, filha, e você ter saúde, alegrias, realizações, como o curso de fisioterapia, que está concluindo no próximo ano, e toda a sua atenção, zelo e dedicação a profissão que você aprendeu a amar na medida que ia se aprofundando e conhecendo melhor, é a continuação das minhas alegrias e motivo de gratidão eterna ao Senhor.

Hoje, você está completando o seu 22º aniversário! É bem verdade que eu gostaria de estar ai, do teu lado, te acordando cedinho com a músiquinha de 'Parabéns pra você, nesta data querida, que Jesus te abençoe, e te dê longa vida...' como sempre acontecia...! Você sabe o quanto eu desejaria estar ai, com seus irmãos, todos juntos e nos alegrando por esta data tão especial não somente para você, mas para toda a sua família, familiares, irmãos em Cristo, amigos e colegas e ainda aqueles que nem entram nestas listas por pura falta de oportunidade, mas que também te admiram de longe e vêem em você um exemplo do bem a ser seguido.

Só tenho motivos para agradecer ao Senhor! E tenho também motivos para agradecer a você, filha querida, pela sua dedicação como filha, pela sua obediência sempre, pela sua companhia sempre presente, em qualquer momento, agradecer também pelas tantas renúncias que você fez para ficarmos juntinhas diante de momentos tão difíceis que atravessamos como família... Obrigada filha por você ser assim, exatamete assim, sob medida para me fazer feliz, para nos fazer felizes! Falo agora por mim e pela sua família toda: você nos faz felizes, não tenha nenhuma dúvida disso.

Você abriu uma porta maravilhosa por onde pasaram mais duas jóias raras, que são os seus irmãos: Kelson e Kalebe!!! Vocês realmente vieram completar e personificar tudo o que se pode chamar de felicidade!!!

Filha, hoje quero te dizer algo que você já sabe, mas que ainda assim, preciso deixar registrado aqui: Deus sabe exatamente o que deseja o teu coração, filha, e eu tenho orado para que Ele cumpra a realização dos teus desejos, sempre n'Ele, alinhado sempre aos planos d'Ele para a sua vida, porque nós duas sabemos que os planos d'Ele são bons, agradáveis e perfeitos! nunca, em nenhum momentyo, por nada e nem por ninguém, queira se afastar do Maior Amor que alguém pode ter na vida, o Amor que faz toda a diferença e que justifica a nossa própria existência, o inigualável AMOR DE DEUS!!!

Feliz Aniversário meu amor! Minha princesinha! Minha florzinha de Jesus! Feliz Aniversário filha querida!!! E que Deus te presentei com muita, muita, muita saúde espiritual e física, muito amor verdadeiro, paz, prosperidade e comunhão crescente com Ele, com a sua família e com todos que te cercarem, acrescentando todas as sortes de bençãos espirituais em Cristo Jesus, o nosso SENHOR!


Muitos abraços, beijos e carinhos para você neste dia feliz!!!
Te amo sem fim!


♥Mamãe♥



sábado, 7 de novembro de 2009

Quando os Filhos Crescem


Há um momento, na nossa vida, como pais, em que nos sentimos órfãos. Os filhos, crescem de um momento para outro.

É paradoxal. Quando nascem pequenos e frágeis os primeiros meses parecem intermináveis. Como pais, nos revezamos à cata de respostas aos seus estímulos nos rostinhos miúdos.

Desejamos que eles sorriam, que agitem os bracinhos, que sentem, fiquem em pé, andem, tudo é uma ansiosa expectativa.

Então, um dia, de repente, ei-los adolescentes. Não mais os passeios com a gente nos finais de semana nem férias compartilhadas em família.

Agora tudo é feito com os amigos da igreja, primos e colegas de universidade e trabalho.

Olhamos para o rosto dos meninos e nos surpreendemos com os primeiros fios de barba, como a mãe passarinho descobre a penugem nas asas dos filhotes. A menina se transforma em mulher. É o momento dos vôos para além do ninho doméstico.

É o momento em que nós, pais, nos perguntamos: "- Onde estão aqueles bebês com cheirinho de leite e fralda molhada? Onde estão os brinquedos do faz-de-conta, os chás de nada, Onde estão aqueles pequeninos a quem contávamos histórias bíblicas antes de dormir? com quem fazíamos os cultos domésticos e a quem ensinávamos diariamente sobre a vida?"

As viagens para a praia e o campo já não são tão sonoras. A cantoria infantil, a disputa pela janela do banco de trás do carro e os eternos pedidos de sorvetes, doces, pipoca foram substituídos pela a conversa animada com os amigos da igreja, colegas de curso e primos, com quem compartilham sua alegria.

Nós pais, nos sentimos órfãos de filhos. Nossos pequenos cresceram sem que pudéssemos precisar quando. Ontem eram crianças trazendo a bola para ser consertada. Hoje são os que nos ensinam como operar o computador e melhor explorar os programas que se encontram à disposição.

A nossa impressão é que dormiram crianças e despertaram adolescentes, como num milagre.

Ontem eles estavam no banco de trás do automóvel, hoje estão ao volante, dando aulas de correta condução no trânsito.

É o momento da saudade dos dias que se foram, tão rápidos. É o momento em que sentimos, que poderíamos ter deixado de lado afazeres sempre contínuos e brincado mais com eles, rolando na grama, jogando futebol. mas houve momentos assim, e muitos momentos bem aproveitados, isso nos consola.

Tempos que não retornam a não ser na figura dos netos que nos compete esperar.

PEço aos pais, que estejamos mais com seus filhos, cada momento com eles e para eles são imcomparáveis e insusbstituíveis, nenhum presente substitui o valor da nossa presença, nenhum salário astronômico pode se comparar a momentos de ensino e conversa com os nossos filhos, nenhuma viagem de férias, nenhum carro zero..., absolutamente nada do que o dinheiro possa oferecer pode sequer se comparar a preciosidade dos momensots em que sentamos no chão com os nossos filhos, escutando as suas risadas e recebendo seus beijinhos, seus carinhos, ouvindo seus relatos, desde os 'ta-ti-bi-ta-ti' das primeiras falas até os 'babados' mais recentes. A existência é breve e as oportunidades preciosas, que não costumam voltar.

Tudo o mais que tenhamos e que nos preencha o tempo não compensará as horas dedicadas aos nossos pequenos, a modelagem do caráter de cada um deles, ao momento em que lemos para eles a Palavra de Deus, ensinando o Caminho a ser seguido, tendo certeza de que, 'até quando crescerem, não se desviarão dele'!

Não economizemos abraços, carícias, atenções porque nosso procedimento para com eles lhes determinará a felicidade do crescimento proveitoso ou a tristeza dos dias inúteis do futuro.

Amemos os nossos filhos cada vez mais. Saibamos discernir quando estão necessitando de um abraço, um carinho, um ouvido disponível e até um conselho amigo. Este acaba sendo o segredo maior de uma família feliz, em qualquer circunstância, uma família realmente INDESTRUTÍVEL.

Deus + Família + Igreja + Trabalho = FAMÍLIA SEGUNDO O CORAÇÃO DE DEUS!

Por: ♥MHC♥

De Pai para Filho!


O pai entrou de mansinho no quarto do filho que dormia tranqüilamente e falou como quem tinha muito a considerar:

- Escute meu filho: digo isto, enquanto você dorme aí com a mão sob o rosto e os cabelos pregados na testa úmida.

- Há poucos minutos, lendo o meu jornal, fui tomado de intenso remorso. Inquieto, vim para perto do seu leito.

- Eis o que eu pensava, meu filho: fui implicante com você; repreendi-o quando se vestia para a escola e porque não lavara o rosto com cuidado.

- Falei com aspereza por causa dos sapatos sujos. Gritei, zangado, quando deixou suas coisas no chão.

- Ao café, de manhã, achei pretexto também para resmungar. "Você derrama leite na toalha; devora em vez de comer; tinha os cotovelos sobre a mesa; punha manteiga demais no pão."

- E, quando saímos, você para brincar e eu para tomar o ônibus, você voltou-se, deu adeus com a mão e gritou: "até logo paizinho!" Fechei a cara e, como resposta, disse: endireite os ombros!"

- Depois, tudo começou à tarde. Quando vinha pela rua vi-o, de joelhos no chão brincando; suas meias estavam furadas: humilhei-o diante dos colegas, mandando que seguisse à minha frente, para dentro de casa. "As meias são caras e se você tivesse que comprá-las teria mais cuidado."

- Imagine, filho, ouvir isso de um pai!

- Lembra-se quando, mais tarde, eu lia na sala e você entrou timidamente, com um traço de mágoa no olhar? Levantei o jornal, impaciente pela interrupção, e você hesitou na porta. "Que é que você quer?" Rosnei.

- Você não disse nada, mas correu pela sala e, num pulo rápido, atirou-se sobre mim, me abraçou, me beijou e os seus bracinhos me apertaram com o amor que Deus fez florescer no seu coração e que nem a minha negligência conseguia reprimir.

- Bem, filho, foi pouco tempo depois disso que o jornal me escapou das mãos e o meu espírito se sacudiu por uma preocupação terrível: "que será de mim, se me escravizo a este hábito de viver xingando, estar sempre repreendendo?"

- É a única recompensa que lhe dou por ser um menino sadio? Não é que não o ame; é que queria exigir demais. Media a sua juventude pelo gabarito da minha idade.

- E há tanto de bom, de excelente e verdadeiro em seu caráter!

- O seu pequeno coração é tão amplo como a própria aurora a descer sobre os morros. - A prova estava naquele impulso espontâneo de vir correndo para me beijar e me dar boa-noite. Nada mais vale esta noite, meu filho.

- Vim para o lado de sua cama, na escuridão, onde me ajoelhei, envergonhado, como uma pequena penitência. Sei que você não compreenderia estas coisas se eu as dissesse enquanto você estava acordado, mas amanhã serei um paizinho de verdade.

- Serei mais que um amigo; sofrerei quando você sofrer; rirei quando você sorrir; morderei a língua quando me brotarem palavras impacientes.

- Direi repetidas vezes, como uma oração: "ele é apenas um menino, uma criança."

- Receio e temo que o tenha tomado por homem. Entretanto, meu filho, contemplando-o agora, encolhido e cansado sobre a cama, convenço-me de que você é apenas uma criancinha.

- Ainda ontem você dormia nos braços de sua mãe com a cabeça apoiada no ombro dela.

- Pedi demais, pedi demais!

Pense nisso!

Aquele pai teve oportunidade de pedir desculpas ao filho por ter sido tão rude, mas, infelizmente, há tantos pais que só se dão conta disso depois que os filhos crescem ou partem para o mundo espiritual.


♥Helena♥

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Pai e filho, uma ligação para sempre!


Acabei de assistir a história emocionante de um menino de 14 anos, chamado Conner, sim, trata-se de um filme americano, mas que muito me emocionou..., até as lágrimas.

O pequeno Conner era órfão de mãe, o seu pai havia viajado para trabalhar em navios, longe, muito longe de sua casa, precisaria passar alguns meses fora e confiou a guarda do seu filho, para a sua mãe, uma bondosa senhora de 62 anos de idade. Connor também tinha um cavalo chamado Flash, era o seu único amigo, pois eles moravam afastados da cidade.

Os dias foram se passando e a situação dos dois, neto e avó foi ficando cada vez pior, sem dinheiro, ela precisou procurar trabalho para manter tudo até o seu filho voltar. Conner queria trabalhar também, mas a sua avó não permitiu, queria que ele se dedicasse somente aos estudos como o seu pai queria, e ele, como menino obediente e muito bom, não insistiu. Percebia todos os dias a sua avó chegar tão cansada em casa, ela não suportou por muito tempo aquele trabalho. Um dia, muito cansada, conversando com seu neto, disse o quanto a sua mãe ficaria orgulhosa de ver como ele se tornou um menino tão bom e atencioso; ela relembrava que, já sentindo que iria morrer, a mãe do Conner se lamentava dizendo: "O que será do Conner?" Ele ouvindo a sua avó falar aquilo, se emocionou muito, pois sentia saudades da mãe.

Infelizmente a avó do pequeno Conner não suportando o peso da idade e o esforço pelo seu trabalho, morreu tranquilamente, deitada em sua cama, enquanto seu neto tinha ido lhe preparar uma sopa. Ele desesperou-se quando percebeu que agora estava sozinho no mundo, pois o seu pai estava muito longe.

Ele procurou comprar o melhor caixão para enterrar a sua avõ que ele tanto amava, mas era muito caro, e os vizinhos só o ajudaram o suficiente para comprar um outro bem barato; não se conformando, ele então vendeu alguns objetos que possuia, mas ainda assim, não conseguiu o suficiente para comprar o caixão; então precisou vender o seu cavalo Flash, seu melhor amigo... Ofereceu ele ao fazendeiro vizinho mas pediu-lhe para ajudar na sua fazenda somente para ficar próximo ao Flash, no que foi atendido.

Seu amigo Flash era muito maltratado naquele lugar, e para salvar o seu cavalo de ser morto, Conner fugiu com ele, e resolveu então ir ao eocntro do seu querido pai. Era muito, muito, muito longe..., ele não tinha dinheiro para viajar até lá, mas mesmo assim, ele resolveu ao menos tentar. Faltava ainda um mês para que seu pai voltasse para casa, mas o Conner não podia esperar, estava sozinho, precisando do seu pai e por isso resolveu procurá-lo.

Passou muitas privações nessa viagem..., muita fome... Viu-se obrigado a bater a porta de uma casa, numa cidade que não era a sua, para pedir comida, pois estava com muita fome. Aquela senhora não somente o alimentou como lhe ofereceu uma ajuda em dinheiro, já que ele não desistiu da idéia de viajar até o encontro do seu pai; mesmo quando ela lhe falou que ele nunca conseguiria chegar ao seu destino em apenas uma semana, e menos ainda montado num cavalo, mas ele não desistiu e respondeu: "Pode ser que eu não consiga encontrar o meu pai em até uma semana, mas não vai ser porque eu desisti." E segui seu caminho.

Finalmente, no dia marcado, ele conseguiu chegar ao navio onde, teoricamente o seu pai estava trabalhando, se informou com um homem que também trabalhava ali, ao que ele respondeu: "Ah ele foi receber o dinheiro, ali." E apontou para uma direção. Quando o menino olhou, viu o seu pai, com a barba crescida e guardando no bolso o pagamento que acabara de receber. Não conseguiu se conter e gritou ainda de longe: 'Papai!"

Aquele homem, que estava morrendo de saudades do seu filho, olhou em volta, era a voz do seu filho Conner, mas como???... Seu filho estava muito longe, não poderia ser ele, isso era impossível, ele era somente um menino...

Mas o garoto continuou gritando, correndo em direção ao seu pai, com um sorriso nos lábios e lágrimas nos olhos, repetia, gritando cada vez mais alto: "Pai... Papai...!"

Não restava mais dúvidas, era o seu filho!!!! E correu ao seu encontro e os dois se abraçaram, se abraçaram forte.... Chorando aquele homem perguntou: "Meu filho..., como você conseguiu? Como?" E Conner nada respondeu, somente o abraçou e o beijou... Finalmente tinha encontrado o seu pai!

****************

Foi essa parte que me tocou mais que tudo. Vi naquele menino a coragem e a determinação dos meus filhos (lágrimas)...
Não consegui ver nada de diferente entre aquele menino (Conner) e os meus filhos, porque eles são exatamente assim: Determinados, corajosos, decididos... E são tão amados..., infinitamente. Eu creio ser essa a força que os impulsiona a serem assim, tão fortes e abençoados.
Não consegui conter as lágrimas quando vi aquele menino abraçando o seu pai, após tantas privações e perdas; certamente se um dos meus filhos passasse pela mesma situação não teriam outra atitude que não fosse ir ao encontro daquele que eles sabem que os amam mais do que tudo na vida.

É isso, é o amor verdadeiro que impulsiona atitudes corajosas assim. Quando sabem com certeza que são verdadeiramente amados, nada representa barreira grande demais para se estar perto...
Como eu os admiro meus filhos!
Como eu os amo...
Como eu agradeço ao Senhor pela vida de cada um de vocês!

Deus os abençoe cada vez mais, meus filhos queridos... Deus os abençoe!

Com amor sem fim.
♥Mamãe♥

Por: MHC

domingo, 1 de novembro de 2009

Não Deixe Para Depois

O pai de família chegou em casa e se sentou a mesa com as contass do mês a pagar, e algumas vencidas, quando seu filhinho, cheio de alegria, entrou correndo na sala e disse com entusiasmo: "-Feliz aniversário, papai! Mamãe disse que você está completando 55 anos hoje, por isso eu vou lhe dar 55 beijos, um para cada ano."
O garoto começou a fazer o que prometera, quando o pai exclamou: "- Oh! Filho, agora não! Estou tão ocupado!" O menino fez silêncio imediato. Mas o seu gesto chamou a atenção do aniversáriante. Olhando-o o pai percebeu que havia lágrimas em seus grandes olhos castanhos. Desculpando-se disse ao filho: "-Você pode terminar amanhã."

O menino não respondeu e não foi capaz de disfarçar o seu desapontamento enquanto se afastava.

Naquela mesma noite o pai lhe falou: "-Venha cá e termine de me dar seus beijos agora, filho." Ou ele não ouviu ou não estava mais com vontade, pois não atendeu ao pedido.

Dois meses depois, um acidente levou o garoto.
Seu corpo foi sepultado num pequeno cemitério perto do lugar onde ele gostava de brincar.

Aquele pai, constantemente se sentava ao lado do túmulo do seu pequeno e, observando a natureza, pensava consigo mesmo: "O canto do sabiá não é mais doce que a voz do meu filho, e a rolinha que canta para os seus filhotes não é tão gentil como o menininho que deixou de completar sua declaração de amor. Ah! Se eu pudesse ao menos lhe dizer como me arrependo daquelas palavras impensadas, e como o meu coração está doendo agora por causa da minha falta de delicadeza. Hoje eu fico aqui sentado, pensando em como pude não retribuir seu afeto, mas entristeci seu pequeno coração, cheio de ternura."

Às vezes, por motivos banais, deixamos passar oportunidades únicas, que jamais se repetirão em nossas vidas. São momentos em que uma distração qualquer nos afasta do abraço afetuoso de um ser querido... Um compromisso, que poderíamos adiar, nos impede de ficar um pouco mais com alguém que nos deixará em breve, e nem fazemos conta disso...

Depois como aconteceu ao pai que recusou os beijos do filho, só resta a dor do arrependimento. E essa dor é como um fogo que queima sem consumir. E não é necessário que a pessoa a quem negamos nossa atenção seja arrebatada pela morte, para que sintamos o desconforto do arrependimento.

Quantos filhos deixam de procurar os pais, por falta de atenção, e se vão, em busca de alguém que ouça seus desabafos ou responda suas perguntas.

Quantas esposas se fecham no mutismo, depois de várias tentativas de diálogo com o companheiro indiferente ou frio. Quantos esposos se isolam após tentativas frustadas de entendimento.

Por todas essas razões, vale a pena prestar atenção nos braços que se distendem para um abraço, os lábios que se dispõem para um beijo, as mãos que se oferecem para um carinho. Pense nisso!

Um gesto de ternura da parte da nossa família, deve ser sempre bem recebido, mesmo que estejamos sobrecarregados, cansados, sem vontade de atender. Uma demonstração de amor é sempre bem-vinda, para dar novo colorido às nossas horas, ao nosso dia-a-dia, às nossas lutas.

O amor, quando chega, através da necessidade de atenção e carinho dos nossos, dissipa as trevas, clareia o caminho, perfuma o ambiente e refaz o ânimo de quem lhe recebe a suave visita. (Transcrito).

♥Helena♥