segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Não Importa















Não importa se tenho tudo ou se tenho todos,
não importa o quanto eu seja abastada ou tenhas posses,
não importa o quanto o meu dinheiro me possa dar,
não importa o quanto sou conhecida ou popular,
não importa o quanto eu seja aqui reconhecida,
não importa nada, tudo isso que aparentemente sacia.

Se eu perder a comunhão com o meu Senhor e meu Deus,
o Criador de céus e terra e de tudo que neles há,
o Deus de abraão, de Isaac e de Jacó.

Se eu tenho a terrível sensação 
de que Deus se afasta de mim
isso sim é realmente ruim...
danoso para a minha vida,
Fatal para o meu coração.

Altamente perigoso para a minha esperança no porvir,
e perda inigualável para o meu existir.

Nada, absolutamente NADA equipara-se ou sobrepuja-se
a presença de Deus em minha vida...
a comunhão com este Deus verdadeiro e único...
a esperança de um dia encontra-LO face a Face...
e viver adorando-O por toda a eternidade!

Um dia tive muito...
um dia tive o que, levada pela ilusão, busquei ter:
Tive o que considerava o necessário para minha felicidade;
mas descobri que, apesar do que consegui,
o que eu realmente precisava eu estava perdendo -
a presença e a paz de Deus na minha vida. E o que fiz?

Entre ter as coisas que eu julguei necessárias para eu ser feliz,
e a presença do meu Senhor, Deus e Pai Celeste,
mesmo sabendo que perderia o que tinha buscado,
eu abri mão de viver com o que julguei necessário,
e decidi expulsar aquela falta de paz...
aquela sensação de que não estava agrandando mais...
aquela terrível angústia de não ser mais ouvida por Ele...
então eu decidi voltar....
e voltei para os braços do PAI!

Como é maravilhoso essa sensação de perdão adquirido,
essa certeza de que agora sou plenamente ouvida...
essa vivência diária com o Senhor de tão infinito amor...
essa paz que excede todo entendimento!

Mesmo em meio as circunstâncias adversas,
diferente do que vivi antes...
Ainda assim, vale a pena, ainda assim sigo adiante.
Compensa enfrentar tudo, 
seguindo sempre em frente,
sabendo que não estou sozinha,
Ele agora se faz presente!

Antes a minha ilusão e a minha decisão
sem que eu mesma percebesse,
se transformou em parede que me impedia
de ve-LO, de ouvi-LO, de senti-LO..., 
e por quê não dizer, de servi-LO.

Hoje..., precisei decidir, parar para refletir
e prestei mais atenção nos 'sinais' 
que Ele sempre mostrou,
e eu não percebi jamais,
tão ofuscada eu estava 
com a minha certeza 
de 'estar sendo feliz',
que, enxergar Suas respostas,
eu realmente não quis.

Hoje sim eu sou feliz...!!!
Não pela facilidade nas coisas de que preciso;
sou feliz simplesmente, pela certeza que tenho
de que, não importam as circunstâncias...
o que realmente importa é que agora 
eu estou segura,
totalmente protegida, 
debaixo da Sua sombra...
no centro da Sua Vontade!

Isso tudo é o que realmente importa...
"Somente" isso..., e nada mais!


Com carinho,

♥Helena♥


sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Luto - A dignidade de deixar partir




Este vídeo é bem instigante e até provocador, bem diferente do que imaginamos que trará um vídeo como consolo para quem perdeu alguém que amava... mas ainda assim faz todo o sentido, por isso, e por conhecer a dor que ainda visita, pela perda que feriu o coração, mesmo se passando muito tempo, vale a pena assisti-lo.

É um vídeo para pessoas que sofreram perdas. Pessoas enlutadas. Pessoas que sabem que dor é essa, quando se perde alguém que se ama, num mundo onde pessoas morrem todos os dias. 

Façamos pois o melhor que pudermos fazer enquanto ainda temos a quem amamos por perto, porque quando Deus chamar, não devemos sentir angústia pela culpa, pelo remorso ou pelo que podíamos ter feito e não fizemos..., devemos sim, sentir a paz que vem de Deus ao devolver para Ele o que é d'Ele desde sempre, sabendo que fizemos, falamos e pensamos o nosso melhor para que a sua vida fosse mais feliz; somente assim podemos ter a dignidade de deixar ir, sem arrependimentos, a quem nunca se irá completamente, por ser sempre muito especial e amado para nós.

Quando meu pai partiu, eu não estava por perto, fiquei com ele até a véspera de sua partida para a glória, mas nos dias que antecederam sua partida eu estive sempre presente e me lembro que tive a oportunidade de falar pra ele o quanto nós, seus filhos, netos e todos os que o conheciam o amavam; eu me lembro também de, na visita que lhe fiz na UTI, quando ele precisou ser socorrido por complicações na sua respiração, por causa da doença que o degenerava, eu lhe falei, ao seu ouvido, que ele era muito amado, e que seja o que for que ainda o prendia a todo aquele sofrimento, de uma coisa ele podia ter certeza absoluta, mamãe, a sua esposa e companheira, já o havia perdoado por tudo o que havia acontecido de ruim entre eles porque sempre o amou! E eu lembro que falei isso com tanta convicção que acho que meu pai entendeu que era mesmo verdade, e eu lhe disse também que se todos os filhos não estavam presentes ali, naquele momento, não era porque não o amavam e sim porque numa sala de UTI, onde ele estava, não era permitido muitas visitas e que somente eu e Graça estávamos ali, porque naquele domingo, éramos nós duas quem ficaríamos com ele no quarto daquele hospital (Memorial São Francisco), porque sempre haveria revesamento enquanto ele estivesse internado, e como se tratava de UTI, não poderia entrar todos os seus filhos; falei também que mamãe não estava ali ao lado dele, porque ela ficou em casa, pois ele estava no quarto do hospital e não havia quadro para UTI, mas que por uma emergência, devido a complicações que ele teve, acabou indo para aquele lugar, de forma inesperada, mas que mamãe estava orando por ele; expliquei pra ele que, ele sabia que, pela idade de mamãe e pela distância e pela circunstância que nos surpreendeu a todos, ela não podia estar ali. 

Acredito realmente que meu pai entendeu cada palavra que eu 

falei ao ouvido dele naquele momento de dor, e acredito também que ele ouviu o que queria e precisava ouvir antes de partir... eu realmente acredito nisso. Foi um quadro triste demais... Não me perguntem onde eu encontrei forças, controle e serenidade para permanecer passiva diante daquela situação de dor e sofrimento daquele homem que sempre me amou tão profundamente - o meu pai.

Eu morava em Vitória-ES, e tinha ido visitar meu pai pela gravidade do estado de saúde dele. Meu pai sofria do mal de Alzheimer, complicado pelos AVC's que sofreu; ele já não falava, mas entendia tudo; ele  já não andava..., estava completamente dependente após quase nove anos sendo roubado de nós por essa maldita doença, que lhe usurpa até mesmo as suas melhores  lembranças... 


Ele estava até dois dias atrás, bem instalado em sua própria casa, sendo cuidado amorosamente por minha mãe e minha irmã, de forma direta, e por outras pessoas da família quando sobrava algum tempo, nessa vida sempre corrida de trabalho, família e compromissos pessoais; tudo estava 'normal', dentro das possibilidades do normal diante daquela circunstância, até o momento em que percebemos que ele não estava muito bem e que precisava de um acompanhamento médico mais próximo, apesar das visitas semanais de médicos até nossa casa.

Então, tivemos que fazer a escolha que mais doía, especialmente na minha mãe, que sempre, declaradamente foi apaixonada pelo meu pai, apesar de mais de meio século de casamento e apesar de todas as tempestades que fizeram parte da vida a dois, ela nunca considerou a mínima possibilidade de divórcio, sempre suportou tudo... por amor, sincero e devotado amor. Após uma visita da médica, a mesma aconselhou que deveríamos internar meu pai, o quadro clínico dele realmente inspirava maiores cuidados, como nunca antes, e após falar com minha mãe, explicando toda situação, ela concordou, não sem dor, não sem sofrimentos por ter que se separar do homem a quem ela sempre amou, desde que se conheceram e se casaram, a quem foi fiel em todo o tempo, aquele homem que lhe deu nove lindos filhos, a quem ela ama com dedicação e amor sem igual, como se ainda fossem seus pequeninos, apesar de todos adultos, casados e com vidas independentes... Mas ela foi aconselhada a permitir a internação do meu pai, pois caso ele precisasse de ajuda no meio da madrugada, a dificuldade de leva-lo ao hospital poderia deixar sensações muito duras de culpas e não queríamos guardar a impressão de que podíamos ter feito mais por ele...Foi assim, que ligamos para a Ambulância-Hospital que chegou minutos depois e após ser novamente examinado pelo médico responsável pela equipe eu fui chamada a um canto da garagem, longe dos olhos da minha mãe e ouvi do mesmo a seguinte afirmação: "Olha, não queremos falar perto da sua mãe, pois percebemos já o quanto ela é apegada ao marido, ao seu pai, mas temos que lhe dizer que, pelo grave estado clínico do seu pai, pode ser que ele vá para o hospital e... não volte vivo para casa; vocês precisam estar cientes disso antes de liberarem a ida dele", ao que respondi: "Sim, nós sabemos dessa complicação e possibilidade, mas sabemos também que não podemos deixar ele aqui, sabendo que numa urgência ele poderia não ter tempo de chegar ao hospital." 

Depois disso, fui falar com minha mãe, que estava sentada na mesa da cozinha, junto com minha irmã Nice, e expliquei a situação, da forma mais natural possível, para não choca-la tanto..., ela entendeu e autorizou a ida dele para o hospital... 

Depois de alguns dias, após a partida do papai, ela nos confessou que, quando o viu saindo naquela maca e entrando naquela ambulância, ela sentiu, bem no fundo do seu coração, que aquilo era uma despedida e que ela não o veria mais com vida, e que não podia fazer nada para evitar aquele momento...


Eu me lembro que a minha mãe permaneceu,durante todo o tempo da retirada do meu pai na maca, sentada na mesa da cozinha, de onde tinha visão de todo o movimento no quarto e na sala..., ela estava chorando, mas sempre serena..., sem alterar o choro e nem deixar transparecer toda a dor que sentia com aquela certeza, até então não conhecida por nós, de que ele não voltaria com vida para perto dela de novo...


Acompanhei o meu pai junto com a equipe médica até o hospital, onde  minha irmã Graça já nos esperava. Dois dias depois, com toda complicação no quadro dele, após o seu banho matinal, percebi que ele não estava respirando bem, os lábios mudaram de cor e eu avisei pra minha irmã, ela ficou muito angustiada e chamamos imediatamente a enfermeira e em menos de cinco minutos aquele quarto estava tomado de médicos e enfermeiros, parecia que a equipe toda daquele plantão estava ali naquele momento, foi então que percebi que era mais grave do que eu imaginava... e foi assim que, horas depois, eu estava ali, naquela sala de UTI, junto com Graça, visitando o meu pai no horário permitido, não antes de uma longa e dolorosa espera na frente da porta de acesso daquele lugar que transmitia horror e sofrimento.

Ao entrar naquela UTI, lembro-me que fiquei muito chocada ao me deparar com meu pai, especialmente pelo acesso via aorta para sua medicação. Eu estava com viagem marcada para o dia seguinte..., eu já estava pensando em adiar pela segunda vez a minha volta pra Vitória-ES, mas minha irmã aconselhou-me a esperar pela visita do médico e ver o que ele dizia sobre nosso pai e foi o que eu fiz; quando o médico veio até nós naquela minúscula sala e nos assegurou que tudo foi apenas um susto e que o quadro de nosso pai não é mais de UTI e que no dia seguinte ele voltaria para o quarto normal, aí resolvi não adiar mais a viagem de volta porque já havia adiado uma primeira vez e porque cri realmente no parecer médico. É bem certo que eu não pensei que meu pai fosse sair do hospital logo, mas que, fora da UTI, ele seria mais visitado e em breve retornaria pra casa e que eu teria outra oportunidade de voltar a vê-lo com vida..., ledo engano...

E foi assim que eu tomei aquele avião de volta para casa, naquela madrugada de segunda-feira..., sem saber que, após chegar em casa, uma hora depois... receberia aquele telefonema tão triste, com minha filha me dizendo: "Mamãe, Jesus levou o Vovô Victor."... E eu não estrava ao seu lado..., eu não estava lá...

Quando alguém a quem amamos morre é muito triste, mas quando alguém a quem muito amamos e que muito nos amava se vai e não estamos por perto..., isso é..., é muito difícil falar, escrever... sentir... infinitamente difícil... 

Mas eu sinto, com certeza no meu coração, que eu estive lá quando ele precisou ouvir de mim o que lhe falei sobre o amor que todos nós, especialmente minha mãe, tem por ele; quando lhe falei do nosso perdão, do perdão dela..., do perdão de Deus..., sei que ele entendeu..., sabe porque sei disso? Porque lembro que quando entrei ali naquela UTI, o semblante de meu pai estava tão pesado de dor, como se ele soubesse que não lhe restava muito tempo..., como se quisesse se redimir por qualquer sofrimento causado a sua família, mesmo sem nenhuma intenção..., e após 'conversar' com ele, mesmo num breve e necessário monólogo, onde lhe assegurei do amor de toda a sua família por ele e após justificar a ausência dos outros filhos e da sua esposa que tanto o amava..., após nossa 'conversa', cantamos também hinos para ele, o que me veio a mente naquele momento (neste momento não me lembro qual foi), mas ao sair dali, o semblante do meu pai não era mais pesado e angustiado, os olhos dele transmitiam paz... entendimento, compreensão do que lhe falei..., isso me fez sair dali muito serena e segura de que eu havia feito o que fui fazer naqueles dias com ele, e que nem eu mesma sabia..., mas ele compreendeu, entendeu e creu nas verdades que lhe falei..., isso é realmente o que importa. 


Imagino que somente assim, ele parou de lutar e se entregou ao chamado de Deus, sem culpas, sabendo-se amado e perdoado de verdade, mas acima de tudo, sabendo-se perdoado por Deus. É assim que creio, eu realmente creio nisso, e é assim que vejo o real motivo de eu estar ali naquele momento e não estar ali quando ele partiu...


Depois me lembrei, quase sem querer, que eu sempre pedia ao Senhor para não ter que ver meus pais no seu último momento, dentro da urna funerária, pois não queria guardar essa lembrança de nenhum deles..., foi isso! Foi por isso que Deus não me permitiu estar ali e guardar a visão do meu pai assim. Eu fui a única filha que não esteve presente no seu sepultamento, que aconteceu na cidade onde ele nasceu, interior da nossa Paraíba, uma linda e  acolhedora cidade com ar de cidades do sul do Brasil, chamada Solânea; minha mãe falava que ele tinha comentado em vida que queria ser enterrado ao lado dos seus pais, e foi o que fizemos como família; eu soube, posteriormente pela minha mãe, que ele estava muito sereno, com o seu semblante em paz..., se ela percebeu isso, mesmo sofrendo grande dor pela perda e separação do seu amado marido e companheiro de tantos anos, certamente a serenidade e a paz que cobria a face do meu pai era mesmo real. Isso me bastou para aceitar sua partida com completa serenidade e submissão a soberania de Deus.


By: Helena Costa

terça-feira, 19 de junho de 2012

O que é um mulherão?



Peça para alguns homens descreverem um MULHERÃO. 

Alguns imediatamente irão falar no tamanho dos seus seios, na medida da cintura, no volume dos lábios, nas pernas, bumbum e cor dos olhos. Ou vai dizer que tem que ser loira 1,80m, siliconada, sorriso colgate. 

Mulherões, dentro deste conceito, não existem muitas: Vera Fischer, Letícia Spiller, Malu Mader, Adriane Galisteu, Lumas e Brunas. 

Agora pergunte para uma mulher o que ela considera um mulherão e você vai descobrir que tem uma em cada esquina. 

Mulherão é aquela que pega dois ônibus para ir para o trabalho e mais dois para voltar, e quando chega em casa encontra um tanque lotado de roupa e uma família morta de fome. 

Mulherão é aquela que vai de madrugada para a fila garantir matrícula na escola e aquela aposentada que passa horas em pé na fila do banco pra buscar uma pensão de 100 reais mensais. 

Mulherão é a empresária que administra dezenas de funcionários de Segunda a Sexta, e uma família todos os dias da semana. 

Mulherão é aquela que sai do trabalho e vai para a faculdade estudar até 24h00 para ter uma vida mais digna. 

Mulherão é quem volta do supermercado segurando várias sacolas depois de ter pesquisado preços e feito malabarismo com o orçamento. 

Mulherão é aquela que se depila, que passa cremes, que se maquia, que faz dieta, que malha, que usa salto alto, meia-calça, ajeita o cabelo e se perfuma mesmo sem nenhum convite para ser capa de revista. 

Mulherão é quem leva o os filhos na escola, busca os filhos na escola, leva os filhos para natação, balé, leva os filhos para cama, conta histórias, dá um beijo e apaga a luz. 

Mulherão é aquela mãe de adolescente que não dorme enquanto ele não chega, e que de manhã bem cedo já está de pé, esquentando o leite. 

Mulherão é quem leciona em troca de um salário mínimo, é quem faz serviços voluntários, é quem colhe uva, é quem opera pacientes, é quem lava roupa para fora, é quem bota a mesa, cozinha o feijão e à tarde trabalha atrás de um balcão. 

Mulherão é quem cria os filhos sozinha, quem dá expediente 8 horas e enfrenta menopausa, TPM e menstruação. 

Mulherão é quem arruma os armários, coloca as flores nos vasos, fecha a cortina para o sol não desbotar o sofá, mantém a geladeira cheia e os cinzeiros vazios. 

Mulherão é quem sabe onde cada coisa está, e que cada filho sente e qual o melhor remédio para azia. 

Existe muitas mulheres nota 10 no quesito lindas de morrer, mas mulherão mesmo é quem mata um leão por dia para sobreviver. (Transcrito)

Com carinho,
Helena



domingo, 17 de junho de 2012

Salve A Sua FÁMILIA - Paulo Junior



Com carinho,

Helena

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Como Escolher meu Cônjuge?



É preciso dizer que por namoro cristão entendo aquele período de diálogo, oração e comunhão com os pais, período este destituídos de qualquer contato físico que promovam, por menor que seja, a excitação sexual, que não contribui em nada para a escolha consciente do futuro cônjuge.
A reflexão proposta aqui é sobre a escolha do futuro cônjuge, uma vez que muitos jovens cultivam dúvidas quanto ao assunto. Dúvidas que promovem a seguinte pergunta: “como saber a vontade de Deus para saber com quem devo me casar”?

Ao contrário daquilo que muitos pensam, esta importante escolha não ocorre por uma revelação vinda do alto ou por um sonho de uma noite de verão. Ela ocorre por uma utilização da inteligência que possui como lastro as Sagradas Escrituras e a confiança na ação de Deus que responde a nossa oração conforme o amor, a justiça e a misericórdia.

Indo direto ao assunto, quero propor aqui quatro critérios para a escolha daquele ou daquela que caminhará conosco até o fim da vida:

Compatibilidade de fé: Para que duas pessoas pensem em casamento devem, a rigor, saber que iniciar um relacionamento com descrente é, indiscutivelmente, estar em pecado diante do Senhor Deus. A Lei divina é clara quanto a isso: é proibido o ajuntamento entre um crente e um descrente. Muitos tentam relativizar este princípio indelével e caro ao Senhor que adotou para si mesmo a exclusividade de seus filhos. Mas o jugo desigual é abominação. Isto posto, também acredito que devemos pensar em jugo “desigual” (aspeado mesmo) entre duas pessoas que se denominam evangélicos. O ponto a se ponderar é a teologia envolvida que, via de regra, são opostas em aspectos que envolvem a eclesiologia (visão de igreja, liturgia, forma de batismo etc.) e pneumatologia (doutrina que trata do Espírito Santo). Não tenho dúvidas que o casamento entre um arminiano e um reformado ou entre um conservador e um pentecostal certamente gerará problemas no relacionamento salvo quando um abre mão completamente de suas convicções, pelo menos quanto às práticas. Quando alguém busca sua outra metade deve ter certeza de que a teologia envolvida é semelhante.

Anuência dos pais: A participação dos pais nesta escolha não se limita a um pequeno detalhe ou prática de somenos. Todo jovem crente deve pedir autorização do pai e da mãe, bem como dos sogros em potencial. A lógica é muito simples, trata-se dos futuros avós dos filhos que virão no futuro. Ambos serão parte ativa da família neste convívio que durará até a morte. Neste contexto alguns perguntam “e quando os pais não são crentes e proíbem movidos por motivos mesquinhos?” Bem, isso não dá liberdade para a desobediência. Lembremos aquilo que Salomão afirma: Como ribeiros de águas assim é o coração do rei na mão do SENHOR, que o inclina a todo o seu querer” (Pv 21: 1). Isso significa dizer que assim como um humilde agricultor pode mudar o curso das águas de um riacho para regar a sua plantação, o Senhor Deus possui o coração do homem mais importante e temido da sociedade em sua mãos. Quando os pais, mesmo descrentes proibem, independente de suas motivações, o jovem deve orar ao Senhor para que mude o coração de ambos. Se for da vontade do Pai, haverá mudança, caso contrário, é melhor desistir.

Visão de futuro: Imaginemos o seguinte: a moça possui chamado para trabalhar no Camboja como missionária, já o rapaz pretende ser um profissional liberal na cidade onde vivem. Muitos diriam: “mas o importante é que se amam muito e, no final das contas, acertarão as arestas, certo?” Errado! Este critério deve ser descoberto com muita conversa, pois, das duas, uma, ou um desiste numa boa de seus projetos de vida, ou haverá grande frustração ao longo da vida. O período denominado de namoro não deve ser utilizado para contato físico, deve ser utilizado para muita conversa e oração para que venham a tona estas questões.

Tempo de namoro: Quando sinto fome, procuro comida. Quando sinto sede, procuro água (ou um refrigerante light). O mesmo princípio se aplica ao namoro pois quando desejo me casar, devo procurar alguém de Deus para isso. É absolutamente pouco inteligente alguém iniciar um namoro tendo como prioridade um curso acadêmico com duração de cinco anos ou a construção de uma casa pelo período de seis anos. Se alguém inicia um namoro significa que o casamento é sua prioridade zero num curto espaço de tempo. Ninguém deve namorar por um período menor que dois anos e mais de três anos. A falta de objetivos promove o relacionamento perigoso que, com o passar do tempo, leva ao pecado sexual (que vai do beijo bucal ao coito). Ninguém deve namorar por namorar, se se inicia o namoro, isso significa que o casamento passou a ser a minha prioridade zero quanto ao meu futuro. Lembro também que ninguém deve namorar com pouca idade. O correto é ele ter 21 anos e ela 20 anos no mínimo.

Não deixe que o divórcio faça parte do vocabulário de vocês dois e nem que seja uma opção para a história que começarem a escrever, uma história de amor, baseada nos princípios bíblicos e na vontade de Deus; sendo assim, será por toda a eternidade uma Aliança de Amor, abençoada por Deus, independente das circunstâncias, favoráveis ou não, que permeia o caminho de todos os que decidem se casar. No caminho a dois, as barreiras e dificuldades só servem para unir ainda mais os casais que ouvem e obedecem ao Senhor, após as tempestades vem sempre a bonança de continuarem juntos e ainda mais fortes!

Concluo esta postagem fazendo os seguintes acréscimos: primeiro, em um relacionamento, a paixão deve ser o último critério a ser considerado, aliás, nem deveria ser critério para a escolha. Quando falo paixão, sentimento que se baseia apenas na atração física, isso não deve ser confundido com o amor, sentimento que inclui e ultrapassa a atração física, abrangendo todo o ser. Este amor completo, sim, deve ser utilizado como critério na escolha. Segundo, o homem deve sempre demonstrar maturidade com Deus maior ou semelhante a da mulher, nunca aquém. E, terceiro, sempre deve haver o acompanhamento e aconselhamento feito por um pastor ou um casal experiente.

Acredito que se os jovens crentes seguirem estes princípios, certamente terão grandes chances de constituir um matrimônio maduro e abençoado pelo Senhor Deus.

(Transcrito - Sola Scriptura.)

Com carinho,
Helena


sábado, 3 de março de 2012

Mãe Leoa - Eu sou!



 “Os animais esperam de nós o mesmo que nós esperamos dos anjos"

"Natureza perfeita, incondicional amor de mãe!!!!!! E ainda tem gente que chama os animais de irracionais. Pra que mais racionalidade do que um gesto desses?

Momento de angústia!
Um filhote de leão em apuros foi salvo pela mãe com muito dramatismo devido ao local onde ele caiu. Jean-Francois Largot fotografou todas as cenas que se passaram na reserva de Masai Mara no Quénia.

Alertada pelos gritos aflitivos do filhote, a mãe leoa aproximou-se da borda do precipício com outras três leoas e um macho e, todos tentaram descer até ao leãozinho em apuros mas desistiram devido ao perigo da manobra.

Apenas o amor de mãe fez a diferença em tudo isto e, sem desistir do filho, a leoa fincou as suas fortes garras no terreno deslizante e conseguiu alcançar o filhote.

Cansado, o pequeno animal mal se aguenta nas patas mas, a mãe coloca-o por baixo dela e consegue abocanhá-lo. Depois, começa a também dramática subida pela encosta que deixa deslizar mais alguns bocados de terra.

Já a salvos, a mãe Leoa, lambe seu filhote como a dizer-lhe: "Está tudo bem, agora você está seguro."

Cada mãe tem um muito de "Leoa", sempre pronta a correr em defesa do seu filho em qualquer circunstância, contra tudo e contra todos; portanto não é nada aconselhável ou sensato sequer pensar em mexer com nossos 'filhotes', nunca, em circunstância alguma. 


Com carinho,
Helena 


domingo, 11 de dezembro de 2011

Chegando o Natal!!!!


O Natal está chegando, a época mais linda do ano para mim, onde recordações de minha infância se misturam ao desejo de tornar realidade um pouco daquela alegria, vivida na minha mais tenra idade!

Na "Lagoa" as luzes iluminam o grande espaço verde que circunda aquelas águas, onde uma linda e iluminada fonte apresenta suas águas dançantes, ladeadas por lindas e enormes bolhas coloridas espalhadas pelo espelho d'água que encanta os transeuntes e os que ali se dirigem simplesmente para apreciar a beleza e encanto do lugar nesta época do ano; exatamente como num passado distante, onde eu, ainda criança, acompanhava minha irmã num passeio a Lagoa numa noite de domingo... 

A mesma Lagoa onde costumávamos passear com nossos filhos ainda pequenos, num passeio nas noites de dezembro e a mesma Lagoa que me recebeu novamente de braços abertos, após quase três anos longe dessa terra querida que me viu nascer.




Lagoa do Parque Solon de Lucena, quantas histórias aconteceram ao te redor e em quantos álbuns de fotografias estás registrada nessa época linda de Natal, fazendo parte de inúmeras famílias que te amam como eu.






Com carinho,
Helena


sábado, 15 de outubro de 2011

A Feminização da Família



O feminismo é um movimento radical. Como tal, ele atinge até as raízes do relacionamento entre homem e mulher, e busca alterar a estrutura social e institucional, que é percebida como conflitante com as ideais e objetivos do feminismo. Janet Richards declara que “O feminismo é em sua natureza radical… nós protestamos primeiramente contra as instituições sociais… se considerarmos o passado não há dúvida de que toda a estrutura social foi planejada para manter a mulher inteiramente sob a dominação do homem.”[1] Sendo uma ideologia radical, o objetivo do feminismo é a revolução. Gloria Steinem fala pelas feministas quando diz: “Pregamos uma revolução, não apenas uma reforma. É uma mudança mais profunda que qualquer outra.”[2] Feministas querem criar uma “nova sociedade” onde as condições restritivas sociais do passado sejam para sempre removidas.[3] Quão bem sucedidas feministas foram em promover sua agenda de revolução social? Davidson diz: “Hoje, o feminismo é a ideologia de gênero da nossa sociedade. Desde as universidades até as escolas públicas, da mídia até as Forças Armadas, o feminismo decide as questões, determina os termos do debate, e intimida oponentes em potencial ao ponto do silêncio absoluto.”[4]


A instituição social que o feminismo tem mirado como uma das mais opressivas a mulher é a família tradicional. Por “família tradicional” queremos dizer a estrutura familiar desenvolvida na sociedade Ocidental, sob a influência direta do Cristianismo e a Bíblia. Na família tradicional, o homem é o cabeça do lar e o responsável por prover as coisas necessárias para o sustento da vida. A mulher é a “mantenedora do lar”, e sua principal responsabilidade é o cuidado com as crianças. A família tradicional assim definida é de acordo com o plano bíblico para o lar. Feministas odeiam a família que é padronizada de acordo com a Palavra de Deus porque é contrária a tudo que aceitam como verdade. Portanto, seu objetivo é a destruição total da família tradicional. A feminista Roxanne Deunbar disse claramente: “Em última análise, queremos destruir os três pilares da sociedade de classes e castas – a família, a propriedade privada, e o estado.”[5] Feministas buscam subverter a família tradicional, e no seu lugar almejam uma instituição social radicalmente diferente que é moldada segundo o dogma feminista.


Quando consideramos a natureza radical do feminismo e da sua agenda para subverter a família que é estruturada segundo o modelo bíblico, seria sábio parar um pouco e refletir o quão bem sucedidas feministas tem sido em remodelar a família de acordo com o seu próprio desígnio. O fato é que na sociedade Ocidental o feminismo tem sido enormemente bem sucedido em destruir a família tradicional. A feminização da família já foi estabelecida! Por “feminização da família” queremos dizer o moldar da família de acordo com as crenças e objetivos do feminismo. Essa feminização ocorreu nos últimos trinta anos e com pouca oposição dos homens. Os homens sumiram amedrontados com as acusações feministas de sexismo, repressão, tirania e exploração, como um covarde fugiria diante de acusações de determinado inimigo em campo de batalha. Nada parece ter aterrorizado tanto os homens do que encaradas e palavras iradas de feministas.


Agora, quando dizemos que a feminização da família já foi estabelecida, não queremos dizer que as feministas alcançaram totalmente seus objetivos em relação à família. Queremos dizer, no entanto, que uma revolução na vida da família por influência feminista e de acordo com a ideologia feminista já foi estabelecida na sociedade ocidental. Hoje, a instituição social da família está mais alinhada com a visão de Betty Friedan do que com os ensinamentos do apóstolo Paulo. Isso representa um triunfo (pelo menos parcial) da visão radical feminista de revolução social.


A feminização da família é observada em pelo menos seis áreas:


1. O casamento foi desestabilizado, e o divórcio está numa crescente.


A “demonização” feminista do casamento fez do divórcio algo “socialmente e psicologicamente aceitável, através da ideia de que é uma possível solução para uma instituição defeituosa e já em seu leito de morte.”[6] O ensinamento bíblico que casamento é uma instituição divina e pactual que une homem e mulher para o resto da vida através de um voto sagrado (Gen. 2:18-24; Mat. 19:3-9) foi repudiado pela sociedade moderna. O conceito bíblico foi substituído pela noção de que casamento é uma mera instituição humana, e por isso imperfeita, e que o divórcio é uma forma aceitável de lidar com qualquer problema associado ao casamento.


2. A liderança masculina na família foi substituída por uma organização “igualitária” onde marido e esposa “compartilham” as responsabilidades da liderança na família.


A ideia bíblica de que o homem é o cabeça da família (1 Cor. 11:3-12; Ef. 5:22-23) e senhor do seu lar (1 Pe. 3:5-6) é considerada por feministas algo tirânico e bárbaro, um vestígio do homem primitivo e sua habilidade de dominar fisicamente sua parceira. Nos nossos dias, a esmagadora maioria de ambos homens e mulheres zombam da noção de que a esposa deve se submeter à autoridade do marido.


3. O homem como provedor foi rejeitado, e introduzido um novo modelo de responsabilidade econômica compartilhada.


A visão da nossa era é que o homem não é mais responsável do que a mulher por prover as necessidades financeiras da família. Feministas creem que o ensinamento bíblico que o homem é o provedor da família (1 Tim. 5:9) é parte de uma conspiração masculina para manter as mulheres sob seu domínio por fazerem delas economicamente dependentes dos homens.


4. A mulher como uma dona do lar de tempo integral é zombada, e a mulher que trabalha fora buscando realização e independência é agora a norma cultural.


O mandamento bíblico para que a mulher seja “dona do lar” (Tito 2:4-5) ou é desconhecido ou ignorado. Pessoas com a mentalidade feminista consideram algo indigno que uma mulher fique em casa e limite suas atividades à esfera do lar e da família. Uma carreira profissional é considerada mais conveniente e significante para as esposas e mães de hoje.


5. A norma bíblica da mulher como cuidadora de suas crianças foi substituída pelo ideal feminista de uma mãe que trabalha fora e deixa seus filhos na creche para que ela possa cuidar de outros assuntos importantes.


A responsabilidade da maternidade é vista em termos muito diferentes do que no passado. O chamado bíblico para a mãe de estar com suas crianças, amá-las, treiná-las, ensiná-las, e protegê-las (1 Tim. 2:15; 5:14) é rejeitado pela visão feminista de uma mulher que foi libertada de tais limitações sobre sua individualidade e realização própria.


6. A ideia de que uma família grande é uma “bênção” é rejeitada por uma noção de que uma família pequena de um ou dois filhos (e para alguns, nenhum filho) é muito melhor.


O conceito de “planejamento familiar” objetivando reduzir o número de crianças num lar é defendido por quase todos. O ensino bíblico de que uma família grande é sinal de bênçãos e da soberania de Deus (Salmo 127; 128) é ignorado por famílias modernas, até mesmo aquelas proclamando serem cristãs. A visão feminista que nós determinamos o número de crianças que nós teremos, e que nós somos soberanos sobre esse assunto é agora aceito sem questionamento. E é claro, essa suposta soberania humana sobre a vida e o nascimento leva a justificação do aborto, que é o maior controle de natalidade de todos.


Sim, a feminização da família foi estabelecida no Ocidente! O conceito cristão de família foi substituído pela ideia feminista de família: divórcio fácil substituiu a visão pactual do casamento; igualitarismo substituiu a liderança masculina; o homem e a mulher como provedores em parceria substituiu o homem como provedor; a esposa e mãe que trabalha fora do lar substituiu a mulher como dona do lar; a mãe como uma empregada profissional substituiu a mãe como cuidadora de suas crianças; “planejamento familiar” e “controle de natalidade” substituíram a grande família.


Dois fatores contribuíram significantemente para o sucesso do feminismo na subversão da estrutura e prática familiar que é baseada na Bíblia.


O primeiro fator é a covardia dos homens; sim, até mesmo homens cristãos. Até certo ponto é compreensível (mesmo assim vergonhoso) que homens não-cristãos se acovardassem diante das feministas e seus ataques contra eles e a família tradicional. Mas que homens cristãos, que tem a Palavra de Deus, igualmente tenham se rendido é realmente lamentável. Deus chamou homens para defenderam a Sua verdade no mundo e viverem Seus preceitos. Mas um olhar para o lar evangélico cristão mediano revelará que até mesmos eles foram largamente feminizados. Feministas radicais e anticristãs transformaram nossos lares, e os homens cristãos quase não objetaram contra isso, nem disputaram por esse santo território, que é o padrão familiar bíblico. E ainda, maridos e pais cristãos também demonstraram covardia ao serem incapazes de liderar e assumir a responsabilidade que Deus os entregou. Eles estiveram mais que dispostos a abrir mão da carga total de liderança e provisão para suas famílias; eles estiveram mais que alegres de compartilhar (ou despejar) essas cargas com (ou sobre) suas esposas. A família foi feminizada porque homens cristãos abandonaram seus postos.


O segundo fator é o silêncio e a passividade da igreja. A feminização da família ocorreu em boa parte porque a igreja na maior parte do tempo esteve em silêncio sobre a questão. A igreja não resistiu os ataques feministas com a espada da Palavra de Deus. Ao invés disso, e vergonhosamente, a igreja abandonou seu posto diante da investida feminista, e na verdade até absorveu várias ideias feministas. A igreja vem sendo cúmplice ao ensinar coisas como um casamento igualitário, “planejamento familiar”, e por apoiar a ideia de mulheres profissionais e mães trabalhando fora. Muito da culpa deve ser depositada aos pés de pastores e anciãos que ou foram enganados ou se acovardaram de pregar ou se posicionar pela verdade concernente à família como Deus a revelou na Sua Santa Palavra. Feministas tem sido bem sucedidas em alterar a família porque a igreja falhou em viver e ensinar a doutrina bíblica positiva sobre a família e não expôs, denunciou, e respondeu as mentiras das feministas.


Qual deve ser a nossa resposta como cristãos diante da feminização da família? Nossa resposta começa com o reconhecimento de que isso aconteceu. Negar o fato não nos fará bem algum. Então, devemos assumir a tarefa de “desfeminização” da família e da “re-Cristianização” da família. Essa tarefa é o dever de cada família cristã individualmente; mas é principalmente o dever de maridos e pais cristãos que foram escolhidos por Deus como líderes de seu lar. Homens devem liderar através de preceitos e exemplos na erradicação de todos os aspectos da influência feminista da vida e estrutura de suas famílias, e a restaurar segundo o padrão bíblico. Homens devem ser homens e tomar sobre si a carga total da responsabilidade confiada a eles por Deus. Homens devem parar de se intimidar com a retórica feminista e devem promover a ordem de Deus em suas famílias sem receio.


A tarefa de reconstrução da família de acordo com a Palavra de Deus também faz necessário que a igreja ensine fielmente o que a Bíblia diz sobre a família, e em muitos casos, a alterarem a estrutura de suas igrejas e ministérios (que também foram feminizados) para fortalecerem a família em vez de miná-la. Faz-se necessário que pastores e anciãos respeitam a instituição pactual da família, e parem de entregar o senhorio de suas famílias, e parem de perseguir aqueles homens que buscam uma “desfeminização” das suas próprias famílias. Faz-se necessário que pastores e anciãos sejam um exemplo para o rebanho na “desfeminização” das suas próprias famílias. E faz-se necessário que professores e pregadores com a coragem e a convicção de João Knox e João Calvino exponham as mentiras venenosas do dogma feminista e declararem e defendam o padrão bíblico para a família desde o púlpito.

(William O. Einwechter)


Com carinho,
Helena


segunda-feira, 26 de setembro de 2011

"Eu não a amo mais...!"



Um homem de 40 anos, sofrendo a clássica “crise da meia idade”, sentou-se pra falar com um evangelista sobre os seus problemas. Ele explicou como o seu casamento de 20 anos não o satisfazia nem o completava mais. Enfim, ele chegou a “questão principal”. “Eu simplesmente não a amo mais”, ele disse. “O que posso fazer?”

Após um breve momento de reflexão, o evangelista disse decididamente, “Como eu vejo a situação, você tem apenas uma opção.” O homem ficou atento esperando. O evangelista iria sugerir um divórcio? Ele estaria livre para correr atrás do estilo de vida excitante da geração mais nova que ele havia começado a admirar? Qual era o conselho do evangelista? “Parece pra mim que a única coisa que lhe resta fazer é arrepender-se e começar a amá-la novamente.”

Com muita frequencia ouvimos de casais casados que reclamam que “perderam o amor”. Isso é triste-- porém acontece. A verdadeira questão é: O que se pode fazer quando perceber que tal situação existe? A Bíblia ainda diz a mesma coisa que sempre disse. Os maridos devem amar suas mulheres (Efésios 5:25) e as esposas devem amar os seus maridos (Tito 2:4).

Por favor notem que não são apenas sugestões – são mandamentos. Falhar em amar seu companheiro é cometer pecado! E o pecado sempre exige arrependimento para que tenha perdão. Tomem cuidado. Não confundam o amor mandado com a paixão melosa e boba de um adolescente imaturo. É muito mais que isso. É um amor sacrificador que busca o interesse do amado mais do que o de si mesmo. É o tipo de amor que Jesus nos mostrou (Efésios 5:2).

(Transcrito)


Com carinho,
Helena Costa




segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Saudades Eternas - Sandy (Nossa Pastor Alemão)

Sandy,

Eu ainda guardo recordações de quando saímos para te buscar, lá no Bairro dos Estados, você era pequenininha e desengonçada, mas amamos você de imediato... Te levamos para casa e começamos a cuidar bem de você, você era tão pequena e indefesa e precisou muito dos nossos cuidados...

Você cresceu forte e bonita, foi até "sequestrada", te acharam tão lidna que te roubaram de nós, mas não nos demos por vencidos não, ficamos atentos, e acabamos te tomando de volta quando passaram com você lá na frente de casa... 

Você trouxe muita alegria pra nossa casa e família, nos passeios que fizemos a praia, junto com nossos filhos ainda pequenos e que você aprendeu a amar de forma devitada e fiel, e você ficava no gol, não deixava nenhuma bola passar, era tão alegre brincar com você, Sandynha...

Ai o tempo foi passando e você se tornou membro da nossa família. Teve um tempo em que você foi como que 'emprestada' para ficar numa casa que não era a nossa, você aturou isso por alguns dias, mas qquando menos se esperava, você apareceu no começo da madrugada no portão de casa, arranhando e conseguiu chamar a atenção de quem ainda estava acordado, e segundo eu soube, houve muita emoção e choro e a promessa de que, lá de casa você só sairia para ser enterrada...

Sabe Sandynha, essas últimas coisas eu não presenciei não, eu soube; porque eu estava longe de você mas sentia tantas saudades, meu amor..., sentia falta de você, de cuidar de você e não pude por muito tempo voltar a conviver com você, logo você que eu havia escolhido para fazer parte da nossa familia e a quem dediquei parte da minha vida... Mas as circunstâncias contrtárias nos separaram, Sandy, e eu fiquei somente na saudade...

Quantas e quantas noites eu chorei com saudades de voc~e, lembrando de quando te pedia para dar a patinha e você alternadamente nos presenteava com esse gesto de submissão, obediencia e amor.... Sabe Sandy, você nos amava e provou isso tantas e tantas vezes e eu choro por dentro, choro por fora, sofro por não ter insistido e desfrutado mais da sua companhia, independente dequalquer circunstância adversa...

Hoje aprendi que, haja o que houver, lutarei até o fim para ficar perto de quem amo, pode até ser que eu passe algum tipo de aperto, mas ainda assim, ficarei aqui, perto de quem amo e não sairei até o último dia da minha vida. Pra mim já basta saber que quem amo está por perto, ao alcance do meu abraço, do toque das minhas mãos e da minha voz sendo falada com a troca de olhar; pode ser que eu não volte a viver com quem amo da forma que eu quero, assim como aconteceu com nós duas, mas aprendi que não devo e nao vou me afastar mais de quem amo, os meus filhos, que você também amou, e a minha família, a nossa família, Sandynha!

Sandy, sentirei tnats saudades suas...
Mas me serve de consolo o fato de estar ao seu lado nos seus ultimos momentos, mesmo sem poder ficar ao teu lado na sua hora derradeira, ainda assim, eu sei que você sabe que te amei e te amamos demais..., e se não fiz mais por você, Sandynha, foi porque não pude, porque as circunstâncias me impediram e porque fui covarde..., perdoa, Sandy e lembra somente que o mesmo amor que teive quando te vi entre seus irmãosinhos, é o mesmo amor com que beijei sua testa ontem, quando você estava sofrendo pela falta de ar, e ainda assim, procurando com sua já pouca visão, a imagem, mesmo que distorcida minha e da Kalena, que também ficou o tempo todo te acarinhando, claro que eu imagino que o que você queria mesmo era poder ver os meninos também, e todos nós que te cuidou quando você ainda era bebezinha..., mas infelizmente isso não foi possível também, mas não significa que eles te amem menos hoje, não; o amor nosso por você foi crescendo na medida que você crescia e demonstrava tanta lealdade, fidelidade e amor incondicional por todos nós.

Hoje, te levamos a sua última morada, é um lugar tranquilo, lá no Altiplano, e você foi sepultada entre duas árvores, que faziam sombra sobre você, eu fiquei mais tranquila por isso, porque o lugar que você ficou em definitivo agora, certamente seria um lindo eótimo lugar pra ter criado você, minha Sanduca...., cheio de espaço, verde e sombra..., certamente ali você teria corrido e se divertido bastante em vez do espaço tão limitado onde você terminou sendo criada, espaço que diminuia cada vez mais a cada nova reforma da nossa casa, ams você nunca reclamou, ao contrário, se a gente estava ali, você estava sempre feliz... Você nos felz tão felizes, Sandynha.... e n´so agradecemos ao Pai Celestial por nos ter permitido a sua companhia por todos esses 15 anos, e percebemos que você se agarrou a vida por tanto tempo, mesmo em  meio às enfermidades que atingiram seu corpo na sua velhice, ainda assim, o desejo e o amor pela sua família te fizeram reristir enqutno pôde..., mas nesta madrugada, pelo seu debilitado estado agravado pela velhice e doenças ainda nem diagnosticadas, você não pôde mais se segurar a vida e partiu, pouco tempo depois de termos saído para voltar logo ao amanhecer e acompanhar seus exames..., você ainda nos olhou quando estava indo apra a sua enfermaria..., senti uam espécie de despedida naquele momento, meu coração apertou e doeu muito..., acho que eu já sentia que não veria mais você olhando para nós, ainda com vida...

Você sofreu muito, minha querida, aguentou firme até o fim, até não conseguir mais lutar contra tantas pequenas e grandes enfermidades que te venceram... De você guardaremos as muitas alegrias durante todos esses anos juntas..., e nunca deixaremos de mencionar você quando mencionarmos a história da nossa família,  família que você tanto amou e  a quem tanto se dedicou da forma que sabia..., amando incondicionalmente.

Adeus Sandy...
Que Deus nos ajude a superar essa dor da separação final.
Nós amamos você em vida e continuaremos a te amar sempre, pois você será sempre mencionada e apontada como a nossa "Pastor Alemão" que nos ensinou tantas lições mesmo sem saber falar a linguagem dos humanos.

Te amamos para sempre.
Saudades eternas de sua família.




Com carinho,
Helena Costa