sábado, 3 de março de 2012

Mãe Leoa - Eu sou!



 “Os animais esperam de nós o mesmo que nós esperamos dos anjos"

"Natureza perfeita, incondicional amor de mãe!!!!!! E ainda tem gente que chama os animais de irracionais. Pra que mais racionalidade do que um gesto desses?

Momento de angústia!
Um filhote de leão em apuros foi salvo pela mãe com muito dramatismo devido ao local onde ele caiu. Jean-Francois Largot fotografou todas as cenas que se passaram na reserva de Masai Mara no Quénia.

Alertada pelos gritos aflitivos do filhote, a mãe leoa aproximou-se da borda do precipício com outras três leoas e um macho e, todos tentaram descer até ao leãozinho em apuros mas desistiram devido ao perigo da manobra.

Apenas o amor de mãe fez a diferença em tudo isto e, sem desistir do filho, a leoa fincou as suas fortes garras no terreno deslizante e conseguiu alcançar o filhote.

Cansado, o pequeno animal mal se aguenta nas patas mas, a mãe coloca-o por baixo dela e consegue abocanhá-lo. Depois, começa a também dramática subida pela encosta que deixa deslizar mais alguns bocados de terra.

Já a salvos, a mãe Leoa, lambe seu filhote como a dizer-lhe: "Está tudo bem, agora você está seguro."

Cada mãe tem um muito de "Leoa", sempre pronta a correr em defesa do seu filho em qualquer circunstância, contra tudo e contra todos; portanto não é nada aconselhável ou sensato sequer pensar em mexer com nossos 'filhotes', nunca, em circunstância alguma. 


Com carinho,
Helena 


domingo, 11 de dezembro de 2011

Chegando o Natal!!!!


O Natal está chegando, a época mais linda do ano para mim, onde recordações de minha infância se misturam ao desejo de tornar realidade um pouco daquela alegria, vivida na minha mais tenra idade!

Na "Lagoa" as luzes iluminam o grande espaço verde que circunda aquelas águas, onde uma linda e iluminada fonte apresenta suas águas dançantes, ladeadas por lindas e enormes bolhas coloridas espalhadas pelo espelho d'água que encanta os transeuntes e os que ali se dirigem simplesmente para apreciar a beleza e encanto do lugar nesta época do ano; exatamente como num passado distante, onde eu, ainda criança, acompanhava minha irmã num passeio a Lagoa numa noite de domingo... 

A mesma Lagoa onde costumávamos passear com nossos filhos ainda pequenos, num passeio nas noites de dezembro e a mesma Lagoa que me recebeu novamente de braços abertos, após quase três anos longe dessa terra querida que me viu nascer.




Lagoa do Parque Solon de Lucena, quantas histórias aconteceram ao te redor e em quantos álbuns de fotografias estás registrada nessa época linda de Natal, fazendo parte de inúmeras famílias que te amam como eu.






Com carinho,
Helena


sábado, 15 de outubro de 2011

A Feminização da Família



O feminismo é um movimento radical. Como tal, ele atinge até as raízes do relacionamento entre homem e mulher, e busca alterar a estrutura social e institucional, que é percebida como conflitante com as ideais e objetivos do feminismo. Janet Richards declara que “O feminismo é em sua natureza radical… nós protestamos primeiramente contra as instituições sociais… se considerarmos o passado não há dúvida de que toda a estrutura social foi planejada para manter a mulher inteiramente sob a dominação do homem.”[1] Sendo uma ideologia radical, o objetivo do feminismo é a revolução. Gloria Steinem fala pelas feministas quando diz: “Pregamos uma revolução, não apenas uma reforma. É uma mudança mais profunda que qualquer outra.”[2] Feministas querem criar uma “nova sociedade” onde as condições restritivas sociais do passado sejam para sempre removidas.[3] Quão bem sucedidas feministas foram em promover sua agenda de revolução social? Davidson diz: “Hoje, o feminismo é a ideologia de gênero da nossa sociedade. Desde as universidades até as escolas públicas, da mídia até as Forças Armadas, o feminismo decide as questões, determina os termos do debate, e intimida oponentes em potencial ao ponto do silêncio absoluto.”[4]


A instituição social que o feminismo tem mirado como uma das mais opressivas a mulher é a família tradicional. Por “família tradicional” queremos dizer a estrutura familiar desenvolvida na sociedade Ocidental, sob a influência direta do Cristianismo e a Bíblia. Na família tradicional, o homem é o cabeça do lar e o responsável por prover as coisas necessárias para o sustento da vida. A mulher é a “mantenedora do lar”, e sua principal responsabilidade é o cuidado com as crianças. A família tradicional assim definida é de acordo com o plano bíblico para o lar. Feministas odeiam a família que é padronizada de acordo com a Palavra de Deus porque é contrária a tudo que aceitam como verdade. Portanto, seu objetivo é a destruição total da família tradicional. A feminista Roxanne Deunbar disse claramente: “Em última análise, queremos destruir os três pilares da sociedade de classes e castas – a família, a propriedade privada, e o estado.”[5] Feministas buscam subverter a família tradicional, e no seu lugar almejam uma instituição social radicalmente diferente que é moldada segundo o dogma feminista.


Quando consideramos a natureza radical do feminismo e da sua agenda para subverter a família que é estruturada segundo o modelo bíblico, seria sábio parar um pouco e refletir o quão bem sucedidas feministas tem sido em remodelar a família de acordo com o seu próprio desígnio. O fato é que na sociedade Ocidental o feminismo tem sido enormemente bem sucedido em destruir a família tradicional. A feminização da família já foi estabelecida! Por “feminização da família” queremos dizer o moldar da família de acordo com as crenças e objetivos do feminismo. Essa feminização ocorreu nos últimos trinta anos e com pouca oposição dos homens. Os homens sumiram amedrontados com as acusações feministas de sexismo, repressão, tirania e exploração, como um covarde fugiria diante de acusações de determinado inimigo em campo de batalha. Nada parece ter aterrorizado tanto os homens do que encaradas e palavras iradas de feministas.


Agora, quando dizemos que a feminização da família já foi estabelecida, não queremos dizer que as feministas alcançaram totalmente seus objetivos em relação à família. Queremos dizer, no entanto, que uma revolução na vida da família por influência feminista e de acordo com a ideologia feminista já foi estabelecida na sociedade ocidental. Hoje, a instituição social da família está mais alinhada com a visão de Betty Friedan do que com os ensinamentos do apóstolo Paulo. Isso representa um triunfo (pelo menos parcial) da visão radical feminista de revolução social.


A feminização da família é observada em pelo menos seis áreas:


1. O casamento foi desestabilizado, e o divórcio está numa crescente.


A “demonização” feminista do casamento fez do divórcio algo “socialmente e psicologicamente aceitável, através da ideia de que é uma possível solução para uma instituição defeituosa e já em seu leito de morte.”[6] O ensinamento bíblico que casamento é uma instituição divina e pactual que une homem e mulher para o resto da vida através de um voto sagrado (Gen. 2:18-24; Mat. 19:3-9) foi repudiado pela sociedade moderna. O conceito bíblico foi substituído pela noção de que casamento é uma mera instituição humana, e por isso imperfeita, e que o divórcio é uma forma aceitável de lidar com qualquer problema associado ao casamento.


2. A liderança masculina na família foi substituída por uma organização “igualitária” onde marido e esposa “compartilham” as responsabilidades da liderança na família.


A ideia bíblica de que o homem é o cabeça da família (1 Cor. 11:3-12; Ef. 5:22-23) e senhor do seu lar (1 Pe. 3:5-6) é considerada por feministas algo tirânico e bárbaro, um vestígio do homem primitivo e sua habilidade de dominar fisicamente sua parceira. Nos nossos dias, a esmagadora maioria de ambos homens e mulheres zombam da noção de que a esposa deve se submeter à autoridade do marido.


3. O homem como provedor foi rejeitado, e introduzido um novo modelo de responsabilidade econômica compartilhada.


A visão da nossa era é que o homem não é mais responsável do que a mulher por prover as necessidades financeiras da família. Feministas creem que o ensinamento bíblico que o homem é o provedor da família (1 Tim. 5:9) é parte de uma conspiração masculina para manter as mulheres sob seu domínio por fazerem delas economicamente dependentes dos homens.


4. A mulher como uma dona do lar de tempo integral é zombada, e a mulher que trabalha fora buscando realização e independência é agora a norma cultural.


O mandamento bíblico para que a mulher seja “dona do lar” (Tito 2:4-5) ou é desconhecido ou ignorado. Pessoas com a mentalidade feminista consideram algo indigno que uma mulher fique em casa e limite suas atividades à esfera do lar e da família. Uma carreira profissional é considerada mais conveniente e significante para as esposas e mães de hoje.


5. A norma bíblica da mulher como cuidadora de suas crianças foi substituída pelo ideal feminista de uma mãe que trabalha fora e deixa seus filhos na creche para que ela possa cuidar de outros assuntos importantes.


A responsabilidade da maternidade é vista em termos muito diferentes do que no passado. O chamado bíblico para a mãe de estar com suas crianças, amá-las, treiná-las, ensiná-las, e protegê-las (1 Tim. 2:15; 5:14) é rejeitado pela visão feminista de uma mulher que foi libertada de tais limitações sobre sua individualidade e realização própria.


6. A ideia de que uma família grande é uma “bênção” é rejeitada por uma noção de que uma família pequena de um ou dois filhos (e para alguns, nenhum filho) é muito melhor.


O conceito de “planejamento familiar” objetivando reduzir o número de crianças num lar é defendido por quase todos. O ensino bíblico de que uma família grande é sinal de bênçãos e da soberania de Deus (Salmo 127; 128) é ignorado por famílias modernas, até mesmo aquelas proclamando serem cristãs. A visão feminista que nós determinamos o número de crianças que nós teremos, e que nós somos soberanos sobre esse assunto é agora aceito sem questionamento. E é claro, essa suposta soberania humana sobre a vida e o nascimento leva a justificação do aborto, que é o maior controle de natalidade de todos.


Sim, a feminização da família foi estabelecida no Ocidente! O conceito cristão de família foi substituído pela ideia feminista de família: divórcio fácil substituiu a visão pactual do casamento; igualitarismo substituiu a liderança masculina; o homem e a mulher como provedores em parceria substituiu o homem como provedor; a esposa e mãe que trabalha fora do lar substituiu a mulher como dona do lar; a mãe como uma empregada profissional substituiu a mãe como cuidadora de suas crianças; “planejamento familiar” e “controle de natalidade” substituíram a grande família.


Dois fatores contribuíram significantemente para o sucesso do feminismo na subversão da estrutura e prática familiar que é baseada na Bíblia.


O primeiro fator é a covardia dos homens; sim, até mesmo homens cristãos. Até certo ponto é compreensível (mesmo assim vergonhoso) que homens não-cristãos se acovardassem diante das feministas e seus ataques contra eles e a família tradicional. Mas que homens cristãos, que tem a Palavra de Deus, igualmente tenham se rendido é realmente lamentável. Deus chamou homens para defenderam a Sua verdade no mundo e viverem Seus preceitos. Mas um olhar para o lar evangélico cristão mediano revelará que até mesmos eles foram largamente feminizados. Feministas radicais e anticristãs transformaram nossos lares, e os homens cristãos quase não objetaram contra isso, nem disputaram por esse santo território, que é o padrão familiar bíblico. E ainda, maridos e pais cristãos também demonstraram covardia ao serem incapazes de liderar e assumir a responsabilidade que Deus os entregou. Eles estiveram mais que dispostos a abrir mão da carga total de liderança e provisão para suas famílias; eles estiveram mais que alegres de compartilhar (ou despejar) essas cargas com (ou sobre) suas esposas. A família foi feminizada porque homens cristãos abandonaram seus postos.


O segundo fator é o silêncio e a passividade da igreja. A feminização da família ocorreu em boa parte porque a igreja na maior parte do tempo esteve em silêncio sobre a questão. A igreja não resistiu os ataques feministas com a espada da Palavra de Deus. Ao invés disso, e vergonhosamente, a igreja abandonou seu posto diante da investida feminista, e na verdade até absorveu várias ideias feministas. A igreja vem sendo cúmplice ao ensinar coisas como um casamento igualitário, “planejamento familiar”, e por apoiar a ideia de mulheres profissionais e mães trabalhando fora. Muito da culpa deve ser depositada aos pés de pastores e anciãos que ou foram enganados ou se acovardaram de pregar ou se posicionar pela verdade concernente à família como Deus a revelou na Sua Santa Palavra. Feministas tem sido bem sucedidas em alterar a família porque a igreja falhou em viver e ensinar a doutrina bíblica positiva sobre a família e não expôs, denunciou, e respondeu as mentiras das feministas.


Qual deve ser a nossa resposta como cristãos diante da feminização da família? Nossa resposta começa com o reconhecimento de que isso aconteceu. Negar o fato não nos fará bem algum. Então, devemos assumir a tarefa de “desfeminização” da família e da “re-Cristianização” da família. Essa tarefa é o dever de cada família cristã individualmente; mas é principalmente o dever de maridos e pais cristãos que foram escolhidos por Deus como líderes de seu lar. Homens devem liderar através de preceitos e exemplos na erradicação de todos os aspectos da influência feminista da vida e estrutura de suas famílias, e a restaurar segundo o padrão bíblico. Homens devem ser homens e tomar sobre si a carga total da responsabilidade confiada a eles por Deus. Homens devem parar de se intimidar com a retórica feminista e devem promover a ordem de Deus em suas famílias sem receio.


A tarefa de reconstrução da família de acordo com a Palavra de Deus também faz necessário que a igreja ensine fielmente o que a Bíblia diz sobre a família, e em muitos casos, a alterarem a estrutura de suas igrejas e ministérios (que também foram feminizados) para fortalecerem a família em vez de miná-la. Faz-se necessário que pastores e anciãos respeitam a instituição pactual da família, e parem de entregar o senhorio de suas famílias, e parem de perseguir aqueles homens que buscam uma “desfeminização” das suas próprias famílias. Faz-se necessário que pastores e anciãos sejam um exemplo para o rebanho na “desfeminização” das suas próprias famílias. E faz-se necessário que professores e pregadores com a coragem e a convicção de João Knox e João Calvino exponham as mentiras venenosas do dogma feminista e declararem e defendam o padrão bíblico para a família desde o púlpito.

(William O. Einwechter)


Com carinho,
Helena


segunda-feira, 26 de setembro de 2011

"Eu não a amo mais...!"



Um homem de 40 anos, sofrendo a clássica “crise da meia idade”, sentou-se pra falar com um evangelista sobre os seus problemas. Ele explicou como o seu casamento de 20 anos não o satisfazia nem o completava mais. Enfim, ele chegou a “questão principal”. “Eu simplesmente não a amo mais”, ele disse. “O que posso fazer?”

Após um breve momento de reflexão, o evangelista disse decididamente, “Como eu vejo a situação, você tem apenas uma opção.” O homem ficou atento esperando. O evangelista iria sugerir um divórcio? Ele estaria livre para correr atrás do estilo de vida excitante da geração mais nova que ele havia começado a admirar? Qual era o conselho do evangelista? “Parece pra mim que a única coisa que lhe resta fazer é arrepender-se e começar a amá-la novamente.”

Com muita frequencia ouvimos de casais casados que reclamam que “perderam o amor”. Isso é triste-- porém acontece. A verdadeira questão é: O que se pode fazer quando perceber que tal situação existe? A Bíblia ainda diz a mesma coisa que sempre disse. Os maridos devem amar suas mulheres (Efésios 5:25) e as esposas devem amar os seus maridos (Tito 2:4).

Por favor notem que não são apenas sugestões – são mandamentos. Falhar em amar seu companheiro é cometer pecado! E o pecado sempre exige arrependimento para que tenha perdão. Tomem cuidado. Não confundam o amor mandado com a paixão melosa e boba de um adolescente imaturo. É muito mais que isso. É um amor sacrificador que busca o interesse do amado mais do que o de si mesmo. É o tipo de amor que Jesus nos mostrou (Efésios 5:2).

(Transcrito)


Com carinho,
Helena Costa




segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Saudades Eternas - Sandy (Nossa Pastor Alemão)

Sandy,

Eu ainda guardo recordações de quando saímos para te buscar, lá no Bairro dos Estados, você era pequenininha e desengonçada, mas amamos você de imediato... Te levamos para casa e começamos a cuidar bem de você, você era tão pequena e indefesa e precisou muito dos nossos cuidados...

Você cresceu forte e bonita, foi até "sequestrada", te acharam tão lidna que te roubaram de nós, mas não nos demos por vencidos não, ficamos atentos, e acabamos te tomando de volta quando passaram com você lá na frente de casa... 

Você trouxe muita alegria pra nossa casa e família, nos passeios que fizemos a praia, junto com nossos filhos ainda pequenos e que você aprendeu a amar de forma devitada e fiel, e você ficava no gol, não deixava nenhuma bola passar, era tão alegre brincar com você, Sandynha...

Ai o tempo foi passando e você se tornou membro da nossa família. Teve um tempo em que você foi como que 'emprestada' para ficar numa casa que não era a nossa, você aturou isso por alguns dias, mas qquando menos se esperava, você apareceu no começo da madrugada no portão de casa, arranhando e conseguiu chamar a atenção de quem ainda estava acordado, e segundo eu soube, houve muita emoção e choro e a promessa de que, lá de casa você só sairia para ser enterrada...

Sabe Sandynha, essas últimas coisas eu não presenciei não, eu soube; porque eu estava longe de você mas sentia tantas saudades, meu amor..., sentia falta de você, de cuidar de você e não pude por muito tempo voltar a conviver com você, logo você que eu havia escolhido para fazer parte da nossa familia e a quem dediquei parte da minha vida... Mas as circunstâncias contrtárias nos separaram, Sandy, e eu fiquei somente na saudade...

Quantas e quantas noites eu chorei com saudades de voc~e, lembrando de quando te pedia para dar a patinha e você alternadamente nos presenteava com esse gesto de submissão, obediencia e amor.... Sabe Sandy, você nos amava e provou isso tantas e tantas vezes e eu choro por dentro, choro por fora, sofro por não ter insistido e desfrutado mais da sua companhia, independente dequalquer circunstância adversa...

Hoje aprendi que, haja o que houver, lutarei até o fim para ficar perto de quem amo, pode até ser que eu passe algum tipo de aperto, mas ainda assim, ficarei aqui, perto de quem amo e não sairei até o último dia da minha vida. Pra mim já basta saber que quem amo está por perto, ao alcance do meu abraço, do toque das minhas mãos e da minha voz sendo falada com a troca de olhar; pode ser que eu não volte a viver com quem amo da forma que eu quero, assim como aconteceu com nós duas, mas aprendi que não devo e nao vou me afastar mais de quem amo, os meus filhos, que você também amou, e a minha família, a nossa família, Sandynha!

Sandy, sentirei tnats saudades suas...
Mas me serve de consolo o fato de estar ao seu lado nos seus ultimos momentos, mesmo sem poder ficar ao teu lado na sua hora derradeira, ainda assim, eu sei que você sabe que te amei e te amamos demais..., e se não fiz mais por você, Sandynha, foi porque não pude, porque as circunstâncias me impediram e porque fui covarde..., perdoa, Sandy e lembra somente que o mesmo amor que teive quando te vi entre seus irmãosinhos, é o mesmo amor com que beijei sua testa ontem, quando você estava sofrendo pela falta de ar, e ainda assim, procurando com sua já pouca visão, a imagem, mesmo que distorcida minha e da Kalena, que também ficou o tempo todo te acarinhando, claro que eu imagino que o que você queria mesmo era poder ver os meninos também, e todos nós que te cuidou quando você ainda era bebezinha..., mas infelizmente isso não foi possível também, mas não significa que eles te amem menos hoje, não; o amor nosso por você foi crescendo na medida que você crescia e demonstrava tanta lealdade, fidelidade e amor incondicional por todos nós.

Hoje, te levamos a sua última morada, é um lugar tranquilo, lá no Altiplano, e você foi sepultada entre duas árvores, que faziam sombra sobre você, eu fiquei mais tranquila por isso, porque o lugar que você ficou em definitivo agora, certamente seria um lindo eótimo lugar pra ter criado você, minha Sanduca...., cheio de espaço, verde e sombra..., certamente ali você teria corrido e se divertido bastante em vez do espaço tão limitado onde você terminou sendo criada, espaço que diminuia cada vez mais a cada nova reforma da nossa casa, ams você nunca reclamou, ao contrário, se a gente estava ali, você estava sempre feliz... Você nos felz tão felizes, Sandynha.... e n´so agradecemos ao Pai Celestial por nos ter permitido a sua companhia por todos esses 15 anos, e percebemos que você se agarrou a vida por tanto tempo, mesmo em  meio às enfermidades que atingiram seu corpo na sua velhice, ainda assim, o desejo e o amor pela sua família te fizeram reristir enqutno pôde..., mas nesta madrugada, pelo seu debilitado estado agravado pela velhice e doenças ainda nem diagnosticadas, você não pôde mais se segurar a vida e partiu, pouco tempo depois de termos saído para voltar logo ao amanhecer e acompanhar seus exames..., você ainda nos olhou quando estava indo apra a sua enfermaria..., senti uam espécie de despedida naquele momento, meu coração apertou e doeu muito..., acho que eu já sentia que não veria mais você olhando para nós, ainda com vida...

Você sofreu muito, minha querida, aguentou firme até o fim, até não conseguir mais lutar contra tantas pequenas e grandes enfermidades que te venceram... De você guardaremos as muitas alegrias durante todos esses anos juntas..., e nunca deixaremos de mencionar você quando mencionarmos a história da nossa família,  família que você tanto amou e  a quem tanto se dedicou da forma que sabia..., amando incondicionalmente.

Adeus Sandy...
Que Deus nos ajude a superar essa dor da separação final.
Nós amamos você em vida e continuaremos a te amar sempre, pois você será sempre mencionada e apontada como a nossa "Pastor Alemão" que nos ensinou tantas lições mesmo sem saber falar a linguagem dos humanos.

Te amamos para sempre.
Saudades eternas de sua família.




Com carinho,
Helena Costa